O mercado futuro de milho na B3 apresentou comportamento misto recentemente, refletindo uma combinação de elementos que atuam tanto para sustentar quanto para pressionar os preços. A colheita da segunda safra está praticamente concluída, o que amplia a oferta interna e gera pressão sobre os valores. Por outro lado, a demanda interna firme e a expectativa de crescimento nas exportações ajudam a manter algum suporte às cotações.
No exterior, o cenário em Chicago é de baixa, influenciado por condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos e valorização do dólar, que reduz a competitividade do milho brasileiro. Essa dinâmica impacta especialmente os contratos com vencimentos mais longos.
Na B3, os contratos de janeiro, março e maio de 2025 encerraram o dia com quedas consecutivas, refletindo as expectativas de mercado e o momento de maior liquidez para os vendedores que buscam escoar seus estoques. Apesar das baixas, o mercado segue atento aos fundamentos que ainda podem sustentar os preços no médio prazo.
