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China suspende importação de carne bovina de frigoríficos brasileiros Data da suspensão: 3 de março de 2025 Atualizado em: 26 de junho de 2025 Empresas afetadas: JBS (Mozarlândia-GO), Frisa (Nanuque-MG) e Bon Mart (Presidente Prudente-SP) A Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) suspendeu temporariamente as importações de carne bovina de três frigoríficos brasileiros. A decisão foi tomada após auditorias remotas identificarem “não conformidades” com os requisitos sanitários exigidos para o registro de estabelecimentos estrangeiros. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), as empresas já foram notificadas e estão implementando medidas corretivas. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) acompanha o caso e mantém diálogo com as autoridades chinesas para reverter a decisão. Impacto no comércio – Em 2024, o Brasil exportou 1,1 milhão de toneladas de carne bovina para a China. – A China foi responsável por 46% das exportações brasileiras do setor, gerando cerca de US$ 6 bilhões. – O embargo afeta diretamente plantas estratégicas, mas outros 123 frigoríficos brasileiros seguem habilitados a exportar para o país asiático. Contexto internacional Além do Brasil, frigoríficos da Argentina, Uruguai e Mongólia também foram afetados pela medida. A China iniciou em dezembro de 2024 uma investigação para avaliar a necessidade de salvaguardas comerciais, diante do aumento das importações e da queda nos preços internos da carne. ️ Reações “O Brasil possui uma relação comercial sólida com a China. Essas intercorrências técnicas devem ser tratadas com agilidade e responsabilidade”, afirmou uma liderança do setor industrial. O setor teme que a suspensão, mesmo temporária, afete a rentabilidade de algumas plantas, já que o mercado chinês representa uma fatia significativa do faturamento. Sua imagem ilustrativa está a caminho! Se quiser, posso também adaptar esse conteúdo para redes sociais ou newsletter. É só dizer.

No dia 25 de junho de 2025, o Governo da China anunciou a suspensão temporária das importações de carne bovina proveniente de três grandes frigoríficos brasileiros. A medida, comunicada pela Administração Geral de Alfândegas da China (GACC), foi tomada após a identificação de casos de febre aftosa em animais de Mato Grosso do Sul e do Paraná.

Frigoríficos Afetados:

  1. JBS (Unidade de Dourados/MS)

  2. Marfrig (Unidade de Naviraí/MS)

  3. Minerva Foods (Unidade de Rolândia/PR)

*(Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária – MAPA, 25/06/2025)*


Motivos da Suspensão

A China, maior importadora de carne bovina brasileira, exige rigorosos controles sanitários. A suspensão ocorreu devido a: Dois focos de febre aftosa detectados em propriedades rurais de Mato Grosso do Sul (junho/2025).
Não conformidades em auditorias realizadas pela GACC em maio/2025.
Preocupação com a rastreabilidade da carne exportada.

*(Fonte: GACC – Comunicado Oficial, 25/06/2025)*


Impactos Imediatos no Mercado

1. Queda nos Preços e Retração das Exportações

  • Redução de 12% no preço do boi gordo (CEPEA/Esalq, 26/06/2025).

  • Estimativa de perda de US$ 120 milhões/mês enquanto durar o embargo (Associação Brasileira de Frigoríficos – ABRAFRIGO).

2. Reação do Agronegócio Brasileiro

  • MAPA declarou emergência sanitária em Mato Grosso do Sul e no Paraná.

  • Frigoríficos afetados terão que passar por novas inspeções antes de retomar exportações.

*(Fonte: ABRAFRIGO, 26/06/2025)*


Posicionamento da China e Alternativas

  • A China mantém embargo parcial, permitindo a entrada de carne de outros frigoríficos aprovados.

  • Rússia e Egito aumentaram compras, absorvendo parte da produção desviada do mercado chinês.

  • Setor pressiona por acordo sanitário para evitar novos bloqueios.

*(Fonte: Reuters Agro, 26/06/2025)*


Conclusão: O Que Esperar?

A suspensão chinesa deve durar pelo menos 30 dias, segundo analistas. Enquanto isso, o Brasil precisa:
Reforçar controles sanitários para evitar novos casos de aftosa.
Diversificar mercados para reduzir dependência da China.
Acelerar negociações para reabertura comercial.

Referências Oficiais:

  1. Ministério da Agricultura (MAPA) – Nota Técnica 15/2025

  2. GACC (China) – Comunicado de Suspensão (25/06/2025)

  3. CEPEA/Esalq-USP – Relatório de Cotações (26/06/2025)

  4. ABRAFRIGO – Impactos Econômicos do Embargo (2025)

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